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Confira o passo-a-passo de como emitir o relatório "Coleta de dados de mamite clínica"

A mastite, ou mamite, é uma doença que acomete os bovinos e afeta relevantemente a produção de leite. Os animais afetados reduzem a produtividade do sistema ao gerar a necessidade de reposição, gastos com prevenção, tratamento, controle e maior tempo gasto com o manejo. Com o intuito de facilitar a coleta de dados de mastite clínica e garantir maior confiabilidade dos dados a serem lançados no sistema, elaboramos uma dica completa para a emissão do relatório "Coleta de dados de mamite clínica".
 
O Ideagri permite gerar relatórios para o controle da mastite. O objetivo desta dica é facilitar a coleta de dados de mastite clínica pelo ordenhador e garantir maior confiabilidade de dados de lançamento.
 
Veja o passo-a-passo de como emitir o relatório "Coleta de dados de mamite clínica". Este relatório deve ser impresso e deixado sob a responsabilidade do ordenhador. Antes de se realizar as ordenhas, ele deve fazer o teste da caneca de fundo preto (ou outro método adotado na fazenda) e anotar os resultados no relatório.

1º) Abra o Ideagri Desktop e, em seguida, acesse o botão "Relatórios", localizado no menu "Relatório":



2º) O sistema exibirá a tela "Gerador de relatórios". Utilize o campo palavra-chave para filtrar o relatório "Coleta de dados de mamite clínica". Acione "Filtrar"'

Selecione o relatório na listagem e, em seguida, clique em "Visualizar". Veja o exemplo a seguir:



3º) Será exibida a tela "Coleta de dados de mastite".
 
Selecione as seguintes opções:

• Número de ordenhas: neste campo, selecione o número de ordenhas realizadas na fazenda. A anotação de controle de mastite deve ser feita a cada ordenha.
• Quinzena: neste campo, selecione a quinzena na qual será realizada a coleta de dados de mastite. O relatório final irá exibir o controle quinzenal, portanto ao se escolher 1ª ou 2ª quinzena, definimos se o relatório apresentará os resultados com as datas 01 a 15 (1ª. Quinzena) ou 16 a 30 (2ª. Quinzena).
• Quantidade de animais: neste campo, digite o número de animais disponíveis para a coleta individual de dados. Esta informação será responsável pelo número de linhas do relatório.



• Após o preenchimento dos campos selecione "Confirmar". O relatório será exibido de acordo com os critérios selecionados.
 
4º) O relatório será emitido conforme ilustrado a seguir:



Interpretação do relatório:





Para o lançamento de dados siga o exemplo abaixo:





Caso queira especificar o grau da mastite, pode-se substituir o "X" pelo grau da mastite, como no exemplo abaixo.



Clique nos links abaixo e confira os esclarecimentos de como inserir os dados de Mastite no sistema:
 
Utilize de forma completa as rotinas relacionadas à mastite no IDEAGRI e aprimore seus controles 
Ganhe tempo ao lançar Mastite - conheça a opção de preenchimento automático de datas

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A mastite, ou mamite, é uma doença que acomete os bovinos e afeta elevantemente a produção. É uma enfermidade da glândula mamária que se caracteriza por um processo inflamatório, causando alterações físico-químicas do leite. Pode acometer um ou mais tetos das fêmeas, independentemente do período em que elas se encontram (secas, em lactação, novilhas, etc).
 
A mastite interfere diretamente na função do órgão, diminuindo a produção de leite e afetando a qualidade. Diminui os teores de açúcares (lactose), proteínas (caseína), minerais (cálcio, potássio) e gorduras, gerando ainda um aumento de imunoglobulinas, cloretos e lípases, impossibilitado o consumo do leite e sua utilização para fabricação de derivados.
 
Existem duas classificações para a mastite: Clínica e Subclínica. Quando o processo é mais intenso e as alterações são visíveis, denominamos 'mastite clínica'. Neste quadro, o úbere pode ficar edemaciado, dolorido e quente, e o leite pode apresentar grumos, pus e sangue. Em um processo mais suave, denominamos 'mastite subclínica'. As alterações não são visíveis e somente as detectamos por testes de campo e análises laboratoriais, principalmente através do exame de contagem de células somáticas (CCS) do leite.
 
A mastite reduz a produtividade do sistema ao gerar a necessidade de reposição de animais, gastos com prevenção, tratamento, controle e maior tempo gasto com o manejo dos animais.